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O poema "A Magia da Poesia" divulgou a campanha da Poematerapia, nos ônibus em Blumenau, em 2000.

Em 2001, o poema "Saia saia" foi selecionado por Douglas Mondo para publicação na coletânea "A Sensualidade da Língua" (Editora Laser Press - Comunicações), que deu origem ao Espetáculo teatral homônimo, visto por mais de mil pessoas.

Em 2005, os poemas "Não Pise Na Grama" e "Alegria" foram selecionados para participar da campanha "Arte de Passagem", realizada pela Secretaria de Cultura do Governo Municipal de Votorantim, ao lado de poemas de Cecília Meireles, Mario Quintana, Ferreira Gullar e outros.

Em 2008, o poema "Auto-Retrato" foi selecionado pela editora Opet para fazer parte de um de ses livros escolares distribuídos no Brasil e no Japão.

Mais detalhes, outros eventos e fotos abaixo.

Participação em eventos, TV, teatro, recitais, campanhas e debates

- Campanha Poematerapia (Blumenau, 2000)
- Espetáculo teatral "A Sensualidade da Língua" (São Paulo, 2001 / Organização - Douglas Mondo)
- Participação na exposição "UERJ Em Versos" (Rio de Janeiro, 2002)
- Participação na "Primeira Farra Poética Contra a Barbárie" (Rio de Janeiro, 2002)
- Participação na exposição "UERJ Em Versos 2" (Rio de Janeiro - 2003)
- Participação no I Painel PUC "O Universitário e o Livro" (Rio de Janeiro - 2004)
- Participação no programa "Palavra Cruzada", da TV Universitária (Rio de Janeiro - 2004)
- Participação na 12a. Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro - 2005)
- Participação na campanha "Arte de Passagem" de Votorantim (São Paulo - 2005)
- Participação no programa "Recorte Cultural" da TVE Brasil (2006)

Notícias na imprensa

- Jornal "Tipo Carioca" - Rio de Janeiro, 2000
- Jornal "O Estado de São Paulo" - 2000
- Jornal "O Globo" - 2001
- Jornal "UERJ em Dia" - Rio de Janeiro, 2001
- Revista Eletrônica "Rio Total" - 2001

Poemas publicados em jornais

- Poema "LoBoS" - jornal de bairros PONTO DE VENDA - Rio de Janeiro, 1997
- Poema "Não Pise na Grama" - O GLOBO de 7 de NOVEMBRO de 2000, caderno MEGAZINE
- Poema "Assombra" - O GLOBO de 16 de OUTUBRO de 2001, caderno MEGAZINE
- Poema "Secret Garden" - O GLOBO de 19 de FEVEREIRO de 2002, caderno MEGAZINE
- Poema "Vice-Rei" - JORNAL DO BRASIL, coluna INSITE, de 21 de MARÇO de 2002
- Poema "Não Falar" - O GLOBO de 18 de JUNHO de 2002, caderno MEGAZINE

Participações em outras publicações em papel

- Emoções (São Paulo: Arnaldo Giraldo, 2001)
- Mar e Amor (Rio de Janeiro: Papel & Virtual, 2001)
- A Sensualidade da Língua (São Paulo: Laser Press - Comunicações , 2001 / Pesquisa e Edição - Douglas Mondo)
- 5 Poetas em Amostra Grátis (Cordel lançado no X Congresso Brasileiro de Poesia em Bento Gonçalves, 2002)
- Poemas no Ônibus - 11a edição (Porto Alegre: Secretaria Municipal da Cultura, 2003)
- Em Versos (Rio de Janeiro: EdUERJ, 2003)
- Antologia Tempo de Poesia (São Paulo: Novas Letras, 2003)
- Poemas no Ônibus - 12a edição (Porto Alegre: Secretaria Municipal da Cultura, 2004)
- Revista Poesia Sempre - Ano 13 - Número 21 - 2005 (Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2005)
- Sistema de Ensino Opet - Produção de Texto, 7ª série, 73/74, 2.º bimestre (Curitiba: Editora Opet, 2008)

Livros Publicados Clique aqui

Participação em sites na internet Clique aqui

 


 







A Editora Opet de Curitiba, que produz material didático para o ensino básico destinado às escolas conveniadas no Brasil e no Japão e, também, para o ensino à distância, recentemente aprovado pelo MEC, me pediu para reproduzir meu poema AUTO-RETRATO em seu material (Produção de Texto, 7ª série, 73/74, 2.º bimestre), pagando os direitos autorais, tudo de forma simpática e correta. Aí está a página 5 do livro que recebi pelos correios em julho de 2008:

 

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Programa "Re[corte] Cultural" , apresentado por Michel Melamed

Poemas do livro "Corte" participaram do quadro "Degustação" do programa, no dia 31 de maio de 2006.

 

 

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Revista "Poesia Sempre" , uma publicação da Biblioteca Nacional - Ano 13 - Número 21 - 2005

4 poemas inéditos publicados (p. 94 a 97): A SCHOPENHAUER, MOTIVO DA INTERNET, STREETS OF RAGE, PSICANÁLISE FREUDIANA.

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Sobre a revista Poesia Sempre, entrevista com seu criador, Affonso Romano de Sant´Anna, retirada do site Palavrarte

"2) Acredito que a revista POESIA SEMPRE criada por você é um importante veículo de comunicação da Poesia, e da cultura brasileira pelo mundo.Inclusive a idéia de lançar a revista em vários países foi muito boa, e lançar com a participação de autores de outros países completa a movimentação que surge na divulgação de tantos autores de diferentes culturas.
Como foi a elaboração da criação da revista, descreva as dificuldades, e o que foi conseguido?
( Eu tenho a grande satisfação de ter participado do número seis ).

ARS - A revista foi algo muito original. As seções, por exemplo, onde um poeta explicava um poema seu; a seção de traduções diversas de um mesmo poema- verdadeira aula de criação poética; os poemas brasileiros em dinamarquês, inglês, alemão, etc; a aproximação entre a poesia que se faz agora no Brasil e nos outros países; o esforço de lançar a revista em uma dezena de países, aproveitando viagens de trabalho que eu fazia; o mandar grupos de poetas a várias cidades brasileiras e a vários países, tudo isto ajudou a formar uma geração, certos poetas que nem se conheciam nem se frequentavam tiveram aí uma chance nova em sua vida e carreira. E,sobretudo, o projeto de por na revista sempre a poesia latino-americana, portuguesa e africana, praticando uma política cultural de aproximação de valores. O esforço era produzir uma revista que não fosse provinciana, que fizesse nossa cultura dialogar com o mundo."

 

 

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Campanha "Arte de Passagem"

Os poemas "NÃO PISE NA GRAMA" e "ALEGRIA" foram selecionados para participar da campanha "Arte de Passagem", realizada pela Secretaria de Cultura do Governo Municipal de Votorantim, ao lado de poemas de Cecília Meireles, Mario Quintana, Ferreira Gullar e outros. Os poemas foram distribuídos em folhetos junto com as passagens de ônibus. O "Arte de Passagem" visou ocupar os diversos locais públicos com poesia, contação de histórias e música.

 

 

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12a. Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro

O livro CORTE participou da 12a. Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, em maio de 2005, no Riocentro. O livro esteve à venda no estande 72, Rua E, Pavilhão Vermelho, da editora Ibis Libris ( junto com o Sindicato Estadual dos Escritores do Rio de Janeiro e a editora Uapê).

 

 

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Em 15/06/2004, participamos da gravação na UERJ do programa de debates "Palavra Cruzada", da TV Universitária (canal 16 - Net Rio). O debate foi sobre poesia e foi ao ar dia 6 de julho.

Horário:

Programa inédito: Terça-feira, às 21h.

Reprises: Sábados, às 16h.

Equipe:

Coordenação: Professor Rafael Casé

Apresentação: Lídia Negris

Direção: Carlos Blanco

Apoio: Fábio Sola Penna

Produção: Camila Dantas, Pedro Henrique Peixoto, Thaís Britto, Thaís Jordão e Zaira Brilhante.

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Em 14/06/2004, participamos do JOVENS ESCRITORES TÊM A PALAVRA, parte do I Painel PUC "O Universitário e o livro", da PUC do Rio de Janeiro. Fui entrevistado juntamente com a escritora Daniela Versiani. Programação:

14 a 18 de junho de 2004 - Auditório Pe. Anchieta

1. ACESSO AO LIVRO (14/6 - 15h às 18h) - Mediadora: Profa. Eliana Yunes
Bibliotecário: Marília Amaral
Bibliotecária 2: Dolores Rodrigues Perez
Livreiro: Rui Campos - Livraria da Travessa
Site da Internet: Jason Prado - Leia Brasil / Pablo Mabelau (tese sobre leitura na internet)

2. AUTOR INÉDITO: COMO SER PUBLICADO? (15/6 - 15 às 18h) - Mediador: Mário Feijó (doutorando PUC)
Agente literário: Ana Maria Santeiro
Editor: Alberto Schprejer - Relume Dumará
Editor 2: Jorge Viveiros de Castro - 7 Letras
Escritor: Juva Batella (aluno doutorado PUC)

3. EDITORAS UNIVERSITÁRIAS: SEU PAPEL (16/6 - 15 às 18h) - Mediador: Prof. Fernando Sá
Editora da PUC: Fernando Sá ABEU
Editora Fiocruz - João Carlos Cadossa Mendes
Editora Só Tese - Severino
Professora: Zaia Brandão
Professor: João Baptista Jr.

4. OS PROFISSIONAIS DO LIVRO (17/6 - 15h às 18h) Mediadora: Profa. Sandra Korman - depto Comunicação PUC
Tradutor: Iva Sofia
Designer: Cristina Rebelo
Coordenador editorial: Sheila Kaplan
Revisor: Tereza da Rocha
Ilustrador: Natália Sá Cavalcanti

5. PANORAMA DA PESQUISA ACADÊMICA (18/6 - 9 às 11h) Mediadora: Eliane Hatherly Paz (mestre)
Rafael Gutiérrez - Livraria Letras e Expressões (aluno PUC)
Cléa de Oliveira - A questão do leitor (aluna PUC)
Gláucia Bastos - Monteiro Lobato (aluna PUC)
Jackeline Farbiarz / Alexandre Farbiaz / Eliane - Depto. Artes da PUC

JOVENS ESCRITORES TÊM A PALAVRA
2a. feira - Daniela Versiani e Fabio Rocha
3a. feira - Simone Campos e Rosália Milsztajn
4a. feira - JP Cuenca e Cecília Giannetti
5a. feira - Mônica Cadorin e Ericson Pires
6a. feira - Leandro Salgueirinho e Erico Barbosa Lima

Organização: CTCH - Centro de Teologia e Ciências Humanas / Eliana Yunes / Eliane Hatherly Paz / Maria Alice S. Lima / Grupo de Letras

Apoio: Vice-Reitoria para Assuntos Comunitários / Vice-Reitoria para Assuntos Acadêmicos / CACC / Edipuc / Projeto Comunicar / Livraria Carga Nobre

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Retirado do jornal O GLOBO, em 1o. e 8 de NOVEMBRO de 2003, Prosa & Verso, coluna de Affonso Romano de Sant´Anna, p.2:



Livros natimortos (1o de NOVEMBRO de 2003)

Nesta hora, num apartamento em João Pessoa, numa casa em Cuiabá, num condomínio em São Paulo ou numa cidade histórica de Minas, um autor está olhando, desolado, um ou mais livros seus inéditos sobre a mesa. E não passa praticamente um santo ou profano dia em que não encontre autores sobraçando livros inéditos e pedindo que os ajude encontrar um editor que se interesse por eles. Dir-se-ia que isto é normal. Não é, sobretudo, quando muitos desses escritores já são autores de um, dois, três, quatro ou mais livros publicados até com alguma receptividade.

Não são, portanto, principiantes. Não são amadores. São pessoas que resolveram dedicar sua vida à escrita. Ou seja, para eles, escrever é uma opção vital. No entanto, não encontram o caminho da publicação. Alguns dizem que enviaram cópias para várias editoras. Ou não obtiveram resposta ou lhes disseram que seus livros são interessantes, mas não se encaixam na linha editorial, etc. Outros, impacientemente, pensam editar o livro por conta própria ou através de uma fundação, mesmo sabendo que a não-distribuição estrangulará a divulgação. É uma situação injusta, estagnante e produtora de necrose na alma. É desolador. Ver dois, três, às vezes sete ou dez livros inéditos em casa, olhar os suplementos, ver outros autores surgindo aqui e ali, enquanto se permanece no limbo como um estranho no ninho.

Entendam que não estou me referindo a autores ruins, iniciantes desarmados para a vida literária. Refiro-me a escritores que têm noção do ofício e já demonstraram competência.

Daí o que chamo de "livros natimortos". E isto merece alguns desdobramentos analíticos, antes que, tentando abater a dramaticidade da situação, se diga que sempre foi assim e que em outros países ocorre a mesma coisa.

(...)

Livros natimortos-II (8 de NOVEMBRO de 2003)

Dos mais reveladores é o e-mail de Carlos Trigueiro que, comentando a crônica da semana passada, lá pelas tantas, diz: "Pasme. Nos últimos quatros anos, acertei na quina duas vezes, mas não consegui publicar três originais (dois romances e uma coletânea de contos). E, do jeito que as coisas vão, qualquer dia acerto na mega-sena! Já disse a alguns editores brasileiros que tenho recursos para montar uma ou mais editoras, porém cairia no fenômeno que você bem cita no seu artigo, e, além do mais, preparei-me para ser escritor e não para editar".

Ou seja: é mais fácil acertar na loteria que se tornar escritor, social e literariamente, reconhecido. Trigueiro, pelo menos, acerta na loteria de vez em quando. Os outros, nem isto. Brincadeira a parte, sua revelação é intrigante e instigante.

Isto bate com o que Alexandre auto-ironicamente vai dizendo na sua mensagem, ao considerar que já cansou de mandar originais para editoras, por isto pensa que "talvez devesse desistir de escrever e tentar abrir uma pré-agência literária. Seria um local onde avaliaria originais enviando os melhores para as agências literárias. Mas não daria certo. Primeiro porque seria difícil achar uma que levasse a sério minhas avaliações. Segundo porque, se achasse, provavelmente em pouco tempo estaria entupido de originais e teria que começar também a recusá-los, aceitando talvez somente aqueles enviados por uma pré-pré-agência literária cadastrada". E, dito isto, o leitor-escritor vai explicando que não teria dinheiro para abrir qualquer negócio, pois o que possui não é suficiente "no momento nem para recarregar o cartucho de tinta e conseguir terminar de imprimir as 74 páginas de 'A estrada dos andarilhos'. A tinta, vermelha, que é o que ainda tem, acabou na página trinta e quatro".

Marco Lucchesi, essa alma cosmopolita, comunicou-me que aquela crônica ia "salvar a muitos de se atirar da janela, ou ponte, porque a situação é realmente dramática e quase desesperadora!!!". Mas Gil Perini, que já teve livro publicado por esses dois heróis da vida editorial - Cláudio Giordano e Plínio Martins, além de traçar um pertinente quadro da situação lítero-editorial, lembra que alguém já disse que "todo mundo que lê acha que pode escrever, e um dia teremos um autor para cada leitor, e a Biblioteca acumulará todo o lixo literário do mundo. Talvez, nesse dia, as pessoas receberão ao nascer um livro em branco, que irão escrevendo durante a vida, e que ninguém nunca irá ler".

São auto-ironias legítimas, permitidas a quem está nessa luta há muito. E o mesmo Gil lembra soluções para o impasse que surgem aqui e ali. Tanto o "micreiro" que com algum rudimento de pagemaker consegue produzir um livro, até aquele senhor em frente à Biblioteca Nacional que vende qualquer livro a dois reais. Mas se alguém quiser ler um deles, basta pagar um real, algo "bem mais barato que uma sessão de cinema". Ao final, ele se refere a um drama que muitos nem sabem que existe: o livro que morre na segunda edição, o livro que "chorou ao nascer, mas morreu no berçário". Já Fabio Rocha, na área da poesia diz que resolveu (relativamente) seu exílio de poeta através da internet e com o e-book.

(...)

A questão está no ar. Precisa ser discutida. Na imprensa de antigamente dizia-se que certos temas mereciam uma "suíte". Até quando será mais fácil ganhar na loteria que virar um escritor brasileiro?

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Os poemas "Culpa" e "Não Pise na Grama" foram selecionados pelo Departamento Cultural da UERJ e estiveram em exposição, juntamente com outros trabalhos de alunos e funcionários da universidade, de 20 de outubro de 2003 (inauguração às 19 horas) até o dia 14 de novembro de 2003, na Exposição "Em versos", no salão 1 do Centro Cultural, Campus Maracanã da UERJ. (O livro de mesmo nome foi lançado em 13 de novembro, 19 horas)

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Retirado do jornal O GLOBO, em 17 de SETEMBRO de 2002, Segundo Caderno, p.5:

> Poesia

- PRIMEIRA FARRA POÉTICA CONTRA A BARBÁRIE - (Manifestação com poemas contra a guerra) Show de abertura com Pedro Luís. Com Rodolfo Muanis, Tatiana France, Diana de Hollanda, Aline Garcia, Sérgio Caddah, Cris Guima, Maurício Habert, Luíza Buarque de Holanda, Fabio Rocha, Filipe Barcelos, Márcio Campos, Luca Prazeres e Marianna Cersósimo.


Espaço Cultural Constituição: Rua da Constituição, 34, Centro. Ter, às 20:30. Entrada Franca.

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Retirado do jornal O GLOBO de 10 de SETEMBRO de 2002, caderno MEGAZINE:

Crisálida de Carne

Quase tonto
quase tento
sair.

Só não sei como
rasgar o que sou
sem ferir.

Fabio Rocha, de 26 anos, faz Administração na UERJ

Fabio lancou dois e-books de poemas (Pralarvas e Vice-Rei) para download grátis, no site www.amagiadapoesia.hpg.com.br

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Retirado do jornal O GLOBO de 18 de JUNHO de 2002, caderno MEGAZINE:

Não Falar

Eu não vou falar de mulher.
Olha a seleção
e os problemas de ereção
do Pelé...

Eu não vou falar de mulher.
Quero saber da novela
e se o clone fica com ela...

Eu não vou falar de mulher.
Não quero isso
nem o Thyrso.

Eu não vou falar de mulher.
Vou ficar sozinho
assistindo ao Ronaldinho
correndo, correndo...

Como corro de mim.

Fabio Rocha, de 26 anos, estuda Administração na UERJ

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Retirado do JORNAL DO BRASIL, coluna INSITE, de 21 de MARÇO de 2002:

Spam poético

''Eu sempre estendi as mãos
para as borboletas...

Abria os braços
para o passado saudoso...
para o futuro sonhado...
mas nunca tocaram em mim.

Hoje, fiquei imóvel
e uma pousou no meu pé.''

A poesia ''Vice-Rei'', de Fabio Rocha, aportou no meu e-mail numa manhã ensolarada e trouxe mais luz.

O autor edita amagiadapoesia.hpg.com.br, com poesia e contos dele e de amigos e ainda uma coleção de poemas de grandes autores brasileiros, como Clarice Lispector, Mario Quintana, Fernando Pessoa, Drummond e muitos outros.

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Os poemas "De maio de 1968 ao neoliberalismo" e "Cinza" foram selecionados pelo Departamento Cultural da UERJ e estiveram em exposição, juntamente com outros trabalhos de alunos e funcionários da universidade, de 14 de março até 15 de abril de 2002, na Exposição "Em versos", no salão 1 do Centro Cultural, Campus Maracanã da UERJ.

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Retirado do jornal O GLOBO de 19 de FEVEREIRO de 2002, caderno MEGAZINE:

Secret Garden

Hoje basta a poesia
pois eu sei que algum dia
em algum jardim secreto
mostrarei a cada neto
não nascido, as terras
que não possuí e as guerras vis
de que não participei
e tudo aquilo que não fiz
(nem farei).

E sentiremos o vento...
e celebraremos o silêncio...
até que o sorriso final
se desfaça em noite
restando apenas
o aceno das árvores.

Fabio Rocha, de 25 anos e estuda Administração na UERJ

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Retirado do site pessoal de Douglas Mondo DEZEMBRO de 2001:

Em 2001, o poema "Saia saia" foi selecionado por Douglas Mondo para publicação na coletânea "A Sensualidade da Língua" (Editora Laser Press - Comunicações).

Este livro deu origem ao Espetáculo teatral homônimo, visto por mais de mil pessoas em duas apresentações no Clube Jundiaiense, com direção de Jô Martin (montagem: Douglas Mondo).

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Retirado do jornal O GLOBO de 16 de OUTUBRO de 2001, caderno MEGAZINE:

Assombra

Minha meta
é não chegar.
Assim a sombra me acompanha taciturna.

Às vezes, me diz em silêncio:
- Minha solidão me dá asas
pra não voar.

Sempre que tropeço:
- Minha estabilidade
é a mudança.

Quando a noite cai,
me manda parar:
- Minha maior vontade
é a lembrança.

Fabio Rocha tem 25 anos e estuda Administração de Empresas na UERJ

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Retirado da revista eletrônica Rio Total, Ano 5 - Semana 207 - 25 a 30 de MAIO de 2001

"O carioca Fabio Rocha, com sua verve literária, vem colecionando prêmios em vários concursos. Conheça a magia de sua poesia!"

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Retirado do jornal UERJ Em Dia de 2 a 11 de MAIO de 2001, No. 211, seção AGENDA:

ALUNO POETA

O estudante Fabio Rocha, da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ, acaba de editar A Magia da Poesia, seu primeiro livro. (...)

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Retirado do jornal O GLOBO, em 5 de FEVEREIRO de 2001, coluna do Gravatá no caderno Informática Etc.:
O site A Magia da Poesia, de Fabio Rocha, virou livro. O lançamento é da Papel & Virtual.

 

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Retirado do Estadão Online de 16 de DEZEMBRO de 2000:

Affonso Romano é o juiz de concurso

Concurso de poesia na Internet elege três poetas, segundo critério do poeta Affonso Romano de Sant´Anna

São Paulo - O 1.º Concurso de Poesias promovido pela HP Poemas Azuis www.geocities.com/poemasazuis divulga seus vencedores. Os três primeiros colocados, por ordem alfabética, foram Fabio Rocha, com Corte, Helena de Sousa Freitas, com Poema de Papel e Rosane Villela, com Bem Guardado.

O site vai publicar nos próximos dias os poemas dos 15 finalistas com imagem e som. A novidade deste concurso foi o fato dos poemas terem sido avaliados unicamente pelo poeta Affonso Romano de Sant´Anna.

Os 15 escolhidos receberão um CD-ROM multimídia, elaborado pela designer gráfica kk - Claudia Penna - e terão seus poemas publicadas na HP do Concurso. Os três primeiros lugares receberão também o livro Textamentos autografado pelo autor, Affonso Romano de Sant´Anna.

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Retirado do jornal O GLOBO de 7 de NOVEMBRO de 2000, caderno MEGAZINE:

Não pise na grama

Placa inútil e amarela:
Não pise na grama.

Amarela
pela ausência
de girassóis.

Inútil
porque não tenho
os pés no chão.

Fabio Rocha, de 24 anos, estuda Administração de Empresas na UERJ

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De OUTUBRO a DEZEMBRO de 2000, o poema "A Magia da Poesia" circulou nos ônibus de Blumenau.

O Poematerapia está em atividade desde junho de 1999, com o patrocínio da TELESC / Brasil Telecom. Tem a chancela do Ministério da Cultura com aprovação pela Lei Rouanet e se constitui de recitais performáticos apresentando obras poéticas da literatura brasileira e universal. As apresentações são realizadas em presídios, hospitais, escolas da periferia, alas psiquiátricas, de hemodiálise entre outros.
Na primeira etapa o projeto foi desenvolvido na cidade de Blumenau, estado de Santa Catarina. Ocorreu uma única apresentação na cidade de Campinas por ocasião do Primeiro Seminário de Arte e Dor, realizado no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, por intemédio do Departamento de Tanatologia. Dias 5 e 6 de novembro de 1999.
Nesta segunda etapa, o poema "A Magia da Poesia" foi selecionado para a divulgação através de Busdoor na cidade de Blumenau.

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Retirado do Jornal "Tipo Carioca" edição de JULHO de 2000:

Este ano, o chá dos avós, uma tradição no colégio Faria Brito / Oficina da Criança, aproveitou o embalo do projeto Brasil 500 anos para homenagear e encantar os avós. Os alunos das unidades Barra e Recreio pesquisaram poesias. Nomes consagrados como Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Casimiro de Abreu, entre outros poetas, foram os autores das poesias escolhidas pelos alunos, que as apresentaram no palco com musicalidade e vestidos à caráter. [...] A 4a. série apresentou poesias de autores consagrados e também produziu seus próprios poemas. Os alunos da Unidade Recreio fizeram uma bela homenagem ao jovem poeta Fabio Rocha, autor de poesias maravilhosas.

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O poema LoBoS saiu na seção cultural do jornal de bairros "Ponto de Venda" (Rio de Janeiro) em MAIO de 1997

 

 

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Referências no Google

Exemplo de site com texto de Fabio Rocha publicados (autorizado):


Clique para ampliar

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