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À venda no:

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O Globo, Prosa & Verso de
08/11/03, coluna de Affonso Romano de Sant´Anna:
"Já Fabio Rocha, na área da poesia
diz que resolveu (relativamente) seu exílio de poeta
através da internet e com o e-book. (...) A questão
está no ar. Precisa ser discutida. Na imprensa de antigamente
dizia-se que certos temas mereciam uma "suíte". Até
quando será mais fácil ganhar na loteria que virar um
escritor brasileiro?" (...) LEIA
MAIS
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Amigo visitante, consegui este milagre que
é editar um livro no Brasil. Apesar da grande vantagem
na distribuição do ebook, o leitor (assim como
eu) sabe o valor de um bom livro em papel. Fechei contrato
com a editora Ibis Libris e estou lançando uma coletânea com
aproximadamente 120 poemas (alguns inéditos e outros
já divulgados nos ebooks)
selecionados por mim mesmo nos últimos 10 anos.
Num trecho do prefácio, o amigo Ricardo Alfaya diz: "Quem
lida com poesia sabe o quanto é difícil o processo seletivo,
em especial, quando se ambiciona expor "os melhores poemas",
segundo a intenção declarada de Fabio. O objetivo foi atingido?
Por certo." Espero que ele tenha razão. A luta não foi fácil.
Bem, além da venda pelo SUBMARINO clicando acima,
estou vendendo também os exemplares que tenho comigo,
com desconto, pelo correio.
Custa 10 reais (mais 5 reais para
os custos de envio para todo o Brasil por carta registrada).
Para comprar deposite o valor na conta abaixo e e entre em
contato clicando aqui.
Banco ITAÚ
Agência 3212
Conta 02241-6
Nome Fabio José Alfredo Santos da Rocha 
Caso more no RJ e prefira comprar
em livrarias, está vendendo em:
Livraria
Letras & Expressões (Ipanema)
Rua Visconde de Pirajá 276
Tel: (21)2521-6110
ipanema@letraseexpressoes.com.br
Livraria
Leonardo da Vinci (Centro)
Av. Rio Branco, nº 185 - Ed. Marquês do Herval
- Subsolo - Lojas 2,3,4 e 9
Tel: (21)2533-2237
Críticas recebidas : 
"Maravilha!!!!!!! Um livro que reflete
todas as nuances do SER humano! O melhor desse sensível
poeta carioca está contido nessa obra! Com as bençãos
de Drummond, Quintana, Gullar e todos os grandes mestres,
Fabio Rocha emociona, diverte, alerta, "sacode"
nossa "poeira sentimental". Recomendo este e todos
os seus outros ("Tudo Pelos Ares", "A Magia
da Poesia", "Na Medida do Impossível"
etc.). "
Fábio de Souza Neto (opinião
no site SUBMARINO,
26/01/2006)

"O
seu 'Corte' mágico
recorta
de um mundo estéril,
sem
ser trágico,
o
viço de uma poética fértil."
Paulo Emílio Matos Martins (e-mail
de 11/01/2006)
"Sua poesia é clara, forte, corajosa, direta, surpreendente."
Artur da Távola (carta de 14/03/2005)

"Fabio, já estou na terceira (re)leitura do livro.
Isso, em poucos dias. Foi (está sendo) mesmo uma incisão
no cotidiano (com precisão cirúrgica). Com certeza,
desse corte restará uma marca indelével na minha
alma. Encantada."
Valéria Tarelho (mensagem no orkut de 20/04/2005)

"Corte é uma seleção poética
feita pelo próprio autor, alusiva aos seus 10 anos
de atividade literária. É uma síntese
do melhor, da poesia forte, que sugere, que prende a atenção
do leitor." (clique e leia a resenha do livro Corte na página 30)
Luis Turiba, Gláucia Ribeiro Lira e Marcelo Lucena
(Resenha publicada no site "Jardim de Poesias",
do Ministério da Cultura - 2005)

“CORTE”: A MAGIA DA POESIA
O título é significativo: “Corte”.
Ruptura, divisão. Ferimento... Muitas as leituras possíveis:
costurar, alinhavar o que se pode construir, separar algo
em partes, aparar.
Pois todas essas leituras e outras mais encontram-se no livro
“Corte”, de Fabio Rocha. Mas como o livro ostenta
um subtítulo “10 anos de poesia”, creio
que a melhor expressão seja a de um corte fechado,
já suturado, à espera de um recomeço.
O autor, apesar de sua já intensa estrada poética
(consta em seu currículo sete livros de poesia, sendo,
a grande maioria e-books que podem ser conseguidos gratuitamente
no site do poeta, “A Magia da Poesia”, um dos
melhores deste incrível mundo eletrônico), devido
aos intrincados caminhos da crítica literária,
é, ainda, praticamente desconhecido nos meios literários,
apesar de elogios à sua obra vindos por categorizados
poetas contemporâneos, como Ricardo Alfaya, Elaine Pauvolid,
Affonso Romano de Sant’Anna, Ítalo Moriconi,
entre outros. “Corte” serve para contextualizar
o trabalho deste jovem poeta carioca, formado em administração
pela UERJ.
Toda seleção carrega em sua feitura algo de
arbitrário, como o gosto pessoal de cada selecionador,
por exemplo. Entretanto, quando ela é realizada pelo
próprio autor, a missão, aparentemente mais
fácil, pode se tornar mais difícil devido à
proximidade do criador com a criatura, e tudo o que o envolve
em paixão e emoção. É um risco
que se corre. Ganha-se, contudo, porque a seleção
mostra, assim, um pouco mais sobre o seu autor, inclusive
sua linha criativa, suas principais referências pessoais
e, no caso, literárias. Portanto, os “melhores
poemas” de Fabio Rocha – vistos por ele mesmo
– encontram-se, objetivamente, nesta coletânea,
em boa hora vinda a lume, pela Íbis Libris.
A principal característica que se pode inferir aos
seus poemas é que possuem unidade estilística,
embora nem sempre ocorra unidade temática, talvez,
justamente, por se tratar de um apanhado geral de toda uma
obra. Todos os temas são válidos ao poeta, notando-se
uma procura incessante da perfeição estilística,
na busca da palavra certa, na eliminação do
excesso. Como exemplos, o belo “A foto”: (...)
Uma família fotografa o crepúsculo./ O mar diz
que não caberá na foto.”(...)
Ou, “Subúrbio”: “As pessoas na rua
/ aplaudem / as casas sem campainha.”
Essa depuração dos versos o leva ao poema curto
– curtíssimo – quase haicais, às
vezes correndo o poeta o risco de repetir-se ou mesmo cair
na tentação dos trocadilhos ou do poema-piada,
que tanto mal vêm fazendo à boa literatura. Mas
Fabio consegue se salvar da tentação e em sua
grande maioria a sua contundência traz à baila
versos extremamente bem construídos, elaborados em
técnica e forma, afastando-o daqueles que são
meros fazedores de versos – e que, obviamente, nem sempre
podem ser considerados poetas, na acepção primeva
da palavra, ou seja, criadores.
Fabio Rocha dribla esses percalços e constrói
uma poesia límpida e lírica, sem hermetismo
para inglês ver, sem chavões, fazendo de seu
“Corte” – e da seleção de
seus poemas – uma divisão de fronteiras entre
o passado e o futuro. Sabe que, depois dele, sua obra estará
exposta, com todo o sangue, suor, dor e alegria que ela contém,
e que os passos seguintes serão o da construção
de uma nova arquitetura poética, com a mesma consciência
pessoal e social, com seu olhar humanitário, como se
o “corte” servisse, principalmente, para a desconstrução
de um ser e o (re)nascimento de um novo, de um outro-mesmo,
com iguais e imensas possibilidades. Afinal, como o poeta
diz no poema dedicado a Cecília Meireles, “A
poesia da rosa / é seu espinho”.
Que venham, portanto, novos “cortes”.
TANUSSI CARDOSO
Poeta, jornalista, Vice-Presidente do Sindicato dos Escritores
do Estado do Rio de Janeiro
E-mail: tanussi@aol.com
www.almadepoeta.com/tanussicardoso.htm
www.sobresites.com/poesia
(Resenha publicada no Jornal RIOLETRAS de maio
de 2005)

LI SEU LIVRO CORTE ONTEM À NOITE. PARABÉNS, SÃO POEMAS SIMPLES E MUITO AGRADÁVEIS DE LER. UM ABRAÇÃO,
Mano Melo (mensagem e-mail de 04/07/2005)

"Acabei de receber teu livro do Submarino! (...) Um beijo meu amigo, teu livro é uma fonte de onde jorram inexpugnáveis letras, belas, permeadas por prazeres de tua essência de poeta. Lindo! Parabéns."
Priscila Holanda (recado no orkut de 16/05/2006)

"POEMA NAVALHA
Um corte
nos olhos
de quem dorme."
Sérgius (poema de 07/2006)

Konban wa.
O que posso dizer?
O que posso dizer? Quando li "tenho sorte/ ao menos tento forte/ (mesmo que nem sempre acerte)/ fazer do ócio/ arte"... isso me tocou. Vi minha descrição (nossa?) em um espaço tão curto que me assustei!
Acho que o único livro de poesia que li inteiro sem ficar com sono. Excelente livro.
Moisés Shonin (crítica na comunidade do orkut "Corte - 10 anos de poesia")

Para aqueles que ainda não conhecem,
é do Autor Fábio Rocha, o livro chama –
se Corte, e as poesias são belíssimas fazem
refletir e algumas divertem ao mesmo tempo! É muito
legal o livro tem Haicai, poemas curtos, longos para todos
os gostos! Li o livro em 2006... vale a pena ler!
Letícia Coelho (publicado
em 11/1/2008 no blog Mostra
Plural )



Imagem da capa: Salvador Dali (clique para ampliar)

Fotos do Pré-Lançamento, na Ponte de Versos

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